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Localizado no Alto Sertão do Estado de Sergipe, o município de Porto da Folha completa 186 anos de emancipação política nesta sexta-feira (19). É a única localidade do Estado que possui comunidade indígena, a famosa tribo dos Xokós.

Ainda no século XVII, Thomaz Bermudes colonizou o local conhecido como Curral do Buraco, estabelecendo amizade com os índios Romaris ou Reumirins. Com a morte de Thomaz, o povoamento continuou com Gerônimo Fernandes, seu sucessor.

Caique Bar, líder dos Xokós. Foto: Claudeny Avelino/IFS

Em 1821, a povoação foi desmembrada da região hoje pertencente ao município de Propriá, antes Santo Antônio do Urubu de Baixo. A comunidade foi denominada de São Pedro do Porto da Folha com sede na Ilha de São Pedro, atualmente reconhecida como terra indígena.

Foi então que  a lei provincial de 19 de fevereiro de 1835, transfere a sede de São Pedro do Porto da Folha para a povoação do Buraco, com a denominação de Nossa Senhora do Porto da Folha. Mais tarde, em 1986, a Lei Estadual n º 195 eleva a povoação à condição de cidade com a denominação de Porto da Folha.

Como em todas as cidades de Sergipe, possui a enorme imagem da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição, cuja festa é realizada em 08 de dezembro, instalada defronte a Matriz da cidade.

Fonte: Portal Infonet

Com uma população estimada, segundo o IBGE (2020), de 28.693 habitantes, é o quinto município sergipano em termos de territoriais, com área de 876,674 km²  (IBGE, 2019), se destacando pela pecuária, um dos principais polos leiteiros do Estado.

O Rio São Francisco é atração turística, sobretudo na travessia entre o povoado Niterói e a cidade alagoana de Pão de Açúcar, além , é claro, do povoado Ilha do Ouro e seus atrativos banhos.

Parabéns, Porto da Folha!

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