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Casirivimabe e Imdevimabe são anticorpos monoclonais, obtidos naturalmente do sistema imunológico humano e melhorados em laboratório. Guarde bem o nome destes dois medicamentos que são, frequentemente, utilizados em tratamento de cânceres e doenças autoimunes. Por quê? Porque, juntos, eles formam um coquetel que pode combater os sintomas leves e moderados provocados pela infecção pelo novo coronavírus.

A empresa Produtos Roche Químicos e Farmacêuticas já faz uso do medicamento nos Estados Unidos, onde em novembro de 2020 a Food and Drug Administration (FDA), uma espécie de ANVISA dos EUA, aprovou seu uso emergencial.

Também a Europa faz testes com o coquetel. Inclusive, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), emitiu, em fevereiro deste ano, parecer favorável ao uso dos medicamentos à pacientes que não correm risco de evolução para casos mais agravados da COVID-19.

Ontem, dia 01 de abril, a Roche fez solicitação, junto à ANVISA, para o uso emergencial do casirivimabe e imdevimabe aqui no Brasil. São 3.626 páginas de dados e informações sobre o medicamento objeto da solicitação.

O grupo multidisciplinar da ANVISA, que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção, tem o prazo de 30 dias para análise, mas, nestas primeiras 72 horas, uma triagem do processo será realizada para verificar se os documentos necessários estão disponíveis.

Com informações da ANVISA

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