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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe – SINTESE – promoveu inúmeros debates sobre as mudanças ocorridas no Ensino Médio, cuja implementação .

O SINTESE, através de matéria em seu site, afirma que “construiu de forma ampla e coletiva um documento, uma cartilha intitulada Orientações de Enfrentamento a Reforma do Ensino Médio da Seduc para as Escolas Estaduais. O objetivo do documento é orientar professores, professoras e escolas na construção de matrizes curriculares que levem em consideração à realidade das escolas à luz da contrarreforma do Ensino Médio”.

Veja a matéria na íntegra!

É fundamental que professores e professoras compreendam do que se trata o Novo Ensino Médio e a Reforma proposta por ele para que possam combater suas imposições e armadilhas. Para contribuir com esse processo, o SINTESE está aberto a promover debates com professores e professoras da rede estadual de ensino, que lecionam no ensino médio, em todas as escolas do estado.

Para isso, basta que os professores e professoras entrem em contato com o SINTESE pelos números 2104-9803 ou 99645-7975 e agendem suas plenárias.

O SINTESE realizou ao longo deste mês de julho plenárias virtuais com professores e professoras da rede estadual de ensino, de todas as regiões de Sergipe. A ideia do espaço foi discutir como professores e escolas podem construir matrizes curriculares sem se dobrar ao esvaziamento do currículo promovido pela Reforma do Ensino Médio e as imposições da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc).

Para nortear o debate, o SINTESE construiu de forma ampla e coletiva um documento, uma cartilha intitulada “Orientações de Enfrentamento a Reforma do Ensino Médio da Seduc para as Escolas Estaduais”. O objetivo do documento é orientar professores, professoras e escolas na construção de matrizes curriculares que levem em consideração à realidade das escolas à luz da contrarreforma do Ensino Médio.

Novo ensino Médio

Nos últimos anos a educação tem sofrido ataques frontais por parte do Governo Federal, sobretudo após o golpe de 2016. Entre os ataques está um projeto conhecido como “Novo Ensino Médio”, elaborado pelo golpista Michel Temer, a fim de atender aos interesses políticos e econômicos dos grandes empresários da educação. O governo de Bolsonaro segue o plano e realiza a chama Reforma do Ensino Médio, com largo apoio dos Governos Estaduais. 

Em Sergipe, o Governo Belivado Chagas, por meio da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), não perdeu tempo e desde que a Lei foi aprova vem tentando impor o Novo Ensino Médio nas escolas da rede.

A Reforma do Ensino Médio, a partir do Novo Ensino Médio, ameaça a autonomia docente, desprofissionaliza e precariza o trabalho de professores e professoras. Para os estudantes são impostos currículos esvaziados que empobrecem a formação humana e impossibilitam a ampla formação geral de maneira sólida.

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